Renato Filipe Cardoso

Anadia, Aveiro, 1971.

Estudou Jornalismo & Comunicação Social, Línguas & Literaturas Modernas, sempre na Universidade do Porto, para poupar nos transportes e não agravar a pegada ecológica. Calça 47.
Semeou poemas em mais de uma dezena livros, antologias várias, revistas e outros papéis literários, gavetas de fundo falso, toalhas de mesa e relatórios & contas de empresas cotadas no Psi20 e no LSD25. Vai regando, amiúde, mas ainda não colheu nada que se veja.
Jornalista, porque não tem estudos para ser comentadeiro, pesca umas cenas de música alternativa e independente.
Locutor comercial e formador de locutores, é mercenário da voz para qualquer tipo de consumo, legal ou ilícito. Com o avançar da idade, não tarda será mercenário d’avós, haja golpe de rins e do baú para levar a coisa adiante.
Gosta de ler Poesia e dizê-la em voz alta, para espantar espíritos. Cada vez se espantam menos.
Quando não é convidado para festivais literários como este fica por casa a confecionar um polvo à lagareiro supimpa, animal que apesar de ter nove cérebros se deixa comer até dizer chega.

© Manuel Roberto